Mostrar mensagens com a etiqueta respeito. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta respeito. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Celebração do Dia Escolar da Não Violência e da Paz

 

Com o intuito de promover a educação para a cidadania e fomentar valores como a tolerância, respeito e amizade a Biblioteca Escolar propôs várias iniciativas de celebração do Dia Escolar da Não Violência e da Paz, 30 de janeiro:
- Apresentação do " Livro dos sentimentos" de Tod Parr;
-Leitura e interpretação da história “O Lobo que se achava o maior” de Orianne Lallemand;
-Exploração do texto “O Mundo sem sentidos” seguido de reflexão;
- Pesquisa sobre o significado da Paz e Respeito e como obtê-los em contexto escolar.
As atividades terminaram com a canção "Imagine" de John Lennon.
Foi proposto às turmas completarem a "Árvore da Paz dos 5 sentidos" através do enfeite de uma pomba que representaria cada turma do 1º ciclo e pré-escolar, mas devido ao encerramento precoce das escolas  causado pela situação pandémica esta tarefa não pode ser concluída.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Dia Internacional da Família

 Na Biblioteca Escolar a celebração do Dia Internacional das Famílias,15 de maio, realizou-se com a reflexão  acerca do conceito de família - elementos do mesmo sangue ou não, que manifestam amor, carinho e respeito uns pelos outros.
 As turmas assistiram ao conto  "O Coelho Tremeliques" ou "Grávida no coração" que aborda o tema da adoção ("filhos do coração") e referimos que ainda em algumas partes do mundo nem todas as crianças tem uma família.
 A atividade terminou com a canção "A minha família".
Decorreram várias atividades a propósito desta temática.
Trabalhos do ATL da E.B. Salgueiro Maia

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

30 janeiro, Dia Escolar da Não-Violência e da Paz

Dia 30 de janeiro comemora-se o Dia escolar da Não-violência e da Paz. Na Biblioteca Escolar exploramos o livro "Respeitar, ousar ser justo e partilhar" de Jeny O'Neil pois sem respeito não há Paz.
Resultado de imagem para respeitar ousar ser justo
Assistimos à leitura e animação do conto "Orelhas de borboleta" de  Luísa Aguilar que aborda assuntos como o respeito pela diferença.
Resultado de imagem para orelhas de borboleta
 Em seguida refletimos acerca de algumas situações de conflito em meio escolar e a forma assertiva de agir.
Foi proposto criarmos uma história através de escrita criativa. A atividade intitulava-se "Histórias misturadas sobre a Paz". Algumas foram ilustradas e estiveram expostas na parte exterior da Biblioteca Escolar. 

 
 
 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Dia Mundial do Autismo

Dia 2 de Abril também se celebra o Dia Mundial do Autismo que foi criado pela Organização das Nações Unidas em 18 de dezembro de 2007 para a conscientização desta doença.





As docentes da unidade de Ensino Estruturado convidaram todas as turmas do 1º Ciclo a vir à biblioteca escolar assistir à história de "Elmer" o elefante xadrez ou ao filme "Cuerdas" que também aborda a diferença. Todos refletiram acerca do tema e deram as mãos mostrando que o mais importante é a amizade.

http://www.odevoradordelivros.com/conheca-cuerdas-o-melhor-curta-metragem-de-animacao/




ELMER - O ELEFANTE XADREZ

Era uma vez uma manada de elefantes. Elefantes novos, elefantes velhos, elefantes altos, magros ou gordos. Elefantes assim, elefantes assado, todos diferentes, mas todos felizes e todos da mesma cor. Todos, quer dizer, menos o Elmer.
O Elmer era diferente.
O Elmer era aos quadrados.
O Elmer era amarelo e cor de laranja e encarnado e cor-de-rosa e roxo e azul e verde e preto e branco.
O Elmer não era cor de elefante.
Era o Elmer que mantinha os elefantes felizes. Às vezes era ele que pregava partidas aos outros elefantes, às vezes eram eles que lhe pregavam partidas. Mas quando havia um sorriso, mesmo pequenino, normalmente era o Elmer que o tinha causado.
Uma noite o Elmer não conseguia dormir; estava a pensar, e o pensamento que ele estava a pensar era que estava farto de ser diferente. “Quem é que já ouviu falar de um elefante aos quadrados”, pensou ele. “Não admira que se riam de mim.” De manhã, enquanto os outros ainda estavam meio a dormir, o Elmer escapou-se muito de mansinho, sem ninguém dar por isso.
Enquanto atravessava a floresta, o Elmer encontrou outros animais.
Todos eles diziam: “Bom dia, Elmer.” E de cada vez o Elmer sorria e dizia: “Bom dia.”
Depois de muito andar, o Elmer encontrou aquilo que procurava – um grande arbusto. Um grande arbusto coberto de frutos cor de elefante. O Elmer agarrou-se ao arbusto e abanou-o e tornou a abaná-lo até que os frutos terem caído todos no chão.
Depois de o chão estar todo coberto de frutos, o Elmer deitou-se e
rebolou-se para um lado e outro, uma vez e outra vez. Depois pegou em cachos de frutos e esfregou-se todo com eles, cobrindo-se com o sumo dos frutos, até não haver sinais de amarelo, nem cor de laranja, nem de encarnado, nem de cor-de-rosa, nem de roxo, nem de azul, nem de verde, nem de preto, nem de branco. Quando o acabou, Elmer estava parecido com outro elefante qualquer.
Depois o Elmer dirigiu-se de regresso à manada. De caminho voltou a passar pelos outros animais. Desta vez cada um deles disse-lhe: “Bom dia, elefante.” E de cada vez que Elmer sorriu e disse: “Bom dia”, muito satisfeito por não ser reconhecido.
Quando o Elmer se juntou aos outros elefantes, eles estavam todos muito quietos. Nenhum deles deu pelo Elmer enquanto ele se metia no meio da manada.
Passado um bocado o Elmer sentiu que havia qualquer coisa que não estava bem. Mas que seria? Olhou em volta: a mesma selva de sempre, o meu céu luminoso de sempre, a mesma nuvem escura que aparecia de tempos em tempos, e por fim os mesmos elefantes de sempre. O Elmer olhou para eles.
Os elefantes estavam absolutamente imóveis. O Elmer nunca os tinha visto tão sérios. Quanto mais olhava para os elefantes sérios, silenciosos, sossegados, soturnos, mais vontade tinha de rir. Por fim não conseguia aguentar mais. Levantou a tromba e berrou com quanta força tinha:
BUUU!
Com a surpresa, os elefantes deram um salto e caíram cada um para seu lado. “São Trombino nos valha!”, disseram eles, e depois viram o Elmer a rir perdidamente. “Elmer”, disseram eles. “Tem de ser o Elmer.” E depois s outros elefantes também se riram como nunca se tinham rido.
Enquanto se estavam a rir a nuvem escura apareceu, e quando a chuva começou a cair em cima do Elmer os quadrados começaram a aparecer outra vez. Os elefantes não paravam de rir enquanto o Elmer voltava às cores do costume. “Oh Elmer”, ofegou um velho elefante. “Já tens pregado boas partidas, mas esta foi a melhor de todas. Não levaste muito a mostrar as tuas verdadeiras cores.”
“Temos de comemorar este dia todos os anos”, disse outro. “Vai ser o dia do Elmer. Todos os elefantes vão ter de se pintar e o Elmer vai-se pintar de cor de elefante.”
E é isto mesmo que os elefantes fazem. Num certo dia do ano, pintam-se todos e desfilam. Nesse dia, se vires um elefante com a cor vulgar de um elefante, já sabes que deve ser o Elmer.

Texto de David Mckee

Neste dia trouxemos roupas azuis, que é a cor do autismo, e a escola ficou decorada com cartazes, fitas e balões azuis.